Ciência e Saúde
Químico e biólogo marinho japonês morreu na cidade de Nagasaki. Em 2008, ele foi premiado por descobrir e desenvolver proteína verde fluorescente. Osamu Shimomura em foto de dezembro de 2008 AP Foto O químico e biólogo marinho japonês Osamu Shimomura, agraciado em 2008 com o Prêmio Nobel de Química pela descoberta e desenvolvimento da proteína verde fluorescente (GFP), morreu aos 90 anos, informou nesta segunda-feira (22) a imprensa local. Shimomura, que ganhou o prêmio junto com os americanos Martin Chalfie e Roger Tsien, morreu na cidade de Nagasaki, no sudoeste de Japão, no dia 19 de outubro, segundo o jornal Asahi. O japonês foi a primeira pessoa que em 1962 isolou e descreveu a proteína verde fluorescente de um exemplar de gelatina cristal (Aequorea victoria), uma medusa bioluminiscente. A descoberta permitiu criar uma ferramenta que os pesquisadores usam para rastrear o movimento de moléculas dentro de uma célula. Filho de um capitão do exército imperial japonês, Shimomura nasceu em 27 de agosto de 1928 na cidade de Fukuchiyama (centro), embora tenha sido educado na antiga Manchúria (nordeste da China), Osaka e Nagasaki, onde trabalhava em uma fábrica de munição quando a segunda bomba nuclear foi lançada pelos EUA no dia 9 de agosto de 1945. Em 1951 se graduou na Escola de Farmácia de Nagasaki como o primeiro da sua turma. Quatro anos depois entrou para fazer parte como estudante pesquisador na Universidade de Nagoya (centro), onde seguiu sendo professor associado de Química até sua morte. Em 1960 embarcou em uma viagem aos Estados Unidos que lhe levaria junto com sua mulher, Akemi Okubo (também química orgânica e companheira das suas pesquisas), à Universidade de Princeton e a sua revolucionária descoberta. Após receber o Nobel, Shimomura continuou com sua pesquisa em sua residência nos EUA, mas nos últimos tempos tinha voltado a Nagasaki para se recuperar depois que sua saúde piorou no ano passado, segundo informou a emissora pública "NHK".
O 'limpar, tonificar e hidratar' comum em muitos países chega a ter 12 passos na Coreia do Sul. Onda do K-beauty vai além dos produtos de cuidado com a pele e inclui a maquiagem natural. Tendência sul-coreana, K-beauty faz sucesso entre adolescentes e jovens do mundo todo BBC Depois do sucesso do K-pop, a Coreia do Sul lança outra febre entre os adolescentes (e adultos), o K-beauty. Jovens de países da Europa, dos Estados Unidos e também do Brasil agora não apenas acompanham as novidades da música ou os seriados sul-coreanos. Eles querem se vestir e se maquiar como os ídolos e copiar suas rotinas de beleza. Os produtos para cuidar da pele e a maquiagem, geralmente focada em uma aparência mais natural, fazem cada vez mais sucesso entre consumidores do mundo inteiro e já entraram no radar das gigantes de cosméticos. Há cerca de um ano e meio, as tendências de beleza coreanas têm cada vez mais sido incorporadas por marcas conhecidas. Em 2017, o setor de beleza da Coreia do Sul movimentou cerca de US$ 13 bilhões - aproximadamente R$ 48 bilhões - , de acordo com a empresa de pesquisas em varejo Mintel. O sucesso dos comésticos sul-coreanos se deve em parte ao fato de serem inovadores, diz a editora de beleza do site de Marie Claire no Reino Unido, Katie Thomas. A indústria de beleza do país está geralmente 10 ou 12 anos à frente do resto do mundo, ela afirma. Para Thomas, o K-beauty é mais que uma modinha. "Não é uma novidade, nós na verdade estamos correndo atrás deles, graças ao Instagram e dos blogs de beleza." Cuidado com a pele em primeiro lugar Os sul-coreanos levam os cuidados com a pele muito a sério. "Isso está de certa forma arraigado à cultura, de que é preciso cuidar da pele desde muito cedo", diz Thomas. Ela explica que a mentalidade sul-coreana é a de procurar ter uma pele saudável, que precise o mínimo possível de cobertura - de base ou de produtos para esconder manchas, por exemplo. Muita gente está acostumada à tradicional rotina de cuidado com a pele em três etapas: limpar, tonificar e hidratar. Na Coreia do Sul, porém, esse processo chega a ter de 7 a 12 passos, sempre com foco em produtos à base de ingredientes naturais com grande capacidade de hidratação. "Algumas pessoas podem achar que é demais, mas o fato é que, em cada uma dessas etapas, se está nutrindo a pele com esses ingredientes de excelente qualidade", pondera Thomas. O país realiza volume muito maior de pesquisas em novos produtos do que a média, ela acrescenta, porque existe um número expressivo de empresas no mercado competindo para estarem entre as preferências dos consumidores. "A indústria de beleza coreana não tem medo de arriscar e testar novos ingredientes, alguns únicos, que nunca seriam cogitados por empresas europeias ou americanas", diz Karen Hong, fundadora do K Beauty Bar, uma loja virtual que reúne produtos de diversas marcas e que conta com quiosques em duas lojas Topshop no Reino Unido, uma em Londres e outra em Manchester. Entre os "ingredientes únicos", Hong cita a mucina de caracol (a substância viscosa que o molusco produz para se locomover), usada em hidratantes, chá verde para controle da oleosidade, o uso de pérolas em iluminadores e própolis de abelha para nutrir e deixar a pele mais macia. K Beauty Bar, loja virtual que reúne produtos sul-coreanos de diversas marcas e que conta com dois quiosques no Reino Unido BBC Papel das redes sociais Nos Estados Unidos, 13% das adolescentes entre 10 e 17 anos têm interesse em experimentar produtos K-beauty, e 18% das jovens entre 18 e 22 já usaram cosméticos ou maquiagem sul-coreanos. Para o analista de mercado de beleza da Mintel, Andrew McDougall, as tendências que saem da Coreia do Sul ganharam popularidade graças a "estratégias de marketing digital inteligentes" nas redes sociais, que acabam capturando o interesse de influenciadores e jornalistas em diversas partes do mundo. As embalagens "divertidas", ao lado dos tutoriais e avaliações de produtos no Instagram e no YouTube, chamam atenção dos consumidores, ele avalia. "São compradores mais bem informados, que pesquisam bastante, e são os influenciadores digitais que geralmente os apresentam ao K-beauty", diz McDougall. "Aquela coisa divertida do K-pop, com uma abordagem bem-humorada, é muito presente na indústria. E funciona bem. As pessoas compram também porque gostam da embalagem - coisas que elas podem fotografar na prateleira do banheiro", concorda Katie Thomas. No Reino Unidos, alguns produtos podem ser encontrados em lojas como Topshop e TKMaxx, mas a maioria dos cosméticos e maquiagem só está disponível em lojas online. No Brasil, também é no varejo virtual que as consumidoras encontram as principais marcas, ainda que os produtos tenham cada vez mais chegado a lojas físicas e que marcas brasileiras venham incorporando as tendências do K-beauty a seus lançamentos. O e-commerce YesStyle, sediado em Hong Kong, oferece mais de 150 marcas de beleza sul-coreanas e é uma das empresas que está lucrando com a nova tendência. Ela calcula que, só neste ano, a divisão de K-beauty deve lhe render US$ 25 milhões em faturamento. Seu fundador, Joshua Lau, acredita o sucesso do site se deve às avaliações feitas por consumidores, que dariam a outros potenciais compradores segurança para se aventurarem em um produto novo. O editor de beleza do e-commerce, Romy Rose Reyes, diz que os consumidores de países ocidentais têm se interessado particularmente pela maquiagem natural batizada de "Chok Chok", em que a pele - além de parecer estar sem maquiagem - tem "uma aparência úmida e brilhante". Reyes e Hong, do K Beauty Bar, dizem que o aspecto "natural" e "jovem" estão na moda, enquanto o matte (com efeito opaco) que ganhou adeptos na Europa e Estados Unidos - e que ainda faz muito sucesso no Brasil - já estaria "out". Assim, a tendência agora seriam os tons mais naturais nos lábios, as bases mais leves - as cushion (que armazenam a base líquida por trás de uma enponja) e os BB e CC creams - e as máscaras faciais usadas para reparar uma série de danos à pele. Produtos de inspiração 'K-beauty' As marcas ocidentais também tentam tirar proveito da febre do K-beauty. "Nós temos visto algumas empresas incorporarem algumas das etapas de cuidado com a pele à sua plataforma de produtos", diz Katie Thomas, da Marie Claire. "A Yves Saint Laurent, por exemplo, lançou uma base e um blush. Uma marca conhecida acaba sendo um caminho mais fácil para alguns consumidores para experimentarem o K-beauty." A brasileira Boticário, por sua vez, tem bases cushion disponíveis em linhas de três marcas diferentes - Eudora, Quem Disse, Berenice? e Boticário. Na Coreia do Sul, o K-beauty vai muito além das consumidoras e tem um público masculino fiel. "Na Coreia, a relação dos homens com o cuidado com a pela e com a maquiagem é diferente - eles não têm medo de se expressar se se sentirem bem e confortáveis com o que estão usando, especialmente as novas gerações. Mas essa não é uma tendência que chegou a reverberar nos países ocidentais", diz Hong. "Os homens desses países têm se tornado cada vez mais consumidores de produtos de beleza e cuidado pessoal, mas a diferença (quando comparados aos coreanos) ainda é grande", concorda Andrew McDougall. Ele destaca o caso recente da Chanel, que lançou uma linha de maquiagem para homens, chamada "Boy de Chanel", primeiramente na Coreia do Sul, e não na França, onde está sediada.
O reidite é mais raro do que ouro e diamante. Ele só se forma em rochas que sofrem uma grande pressão, criada pelo impacto de materiais vindos do espaço. Morgan Cox descobriu o mineral reidite em uma cratera da Austrália - até hoje, o mineral só foi encontrado em seis lugares na Terra Aaron Cavosie/Universidade de Curtin Morgan Cox, estudante da Escola de Geologia e Ciências Planetárias da Universidade de Curtin, na Austrália, descobriu um mineral muito estranho dentro de uma cratera no oeste australiano. O mineral, chamado reidite, é mais raro que ouro e diamante. Ele só se forma em rochas que sofrem uma grande pressão, criada pelo impacto de materiais vindos do espaço. O reidite começa a ser formado como um mineral comum, o zircão, e muda após a pressão gerada pelo impacto das rochas espaciais. Só foi encontrado em seis crateras na Terra, explica a universidade em seu site. Essa é a primeira vez que este raríssimo mineral é encontrado na Austrália. O descobrimento do reidite na Austrália ocorreu quando Morgan Cox sugeriu reexaminar amostras retiradas da cratera Woodleigh, na Austrália, há 17 anos. "Quando voltamos a estudar essas rochas, dispunhamos de ferramentas melhores do que há vinte anos. Assim, encontramos partículas microscópicas do reidite", assinalou Aaron Cavosie, supervisor da pesquisa da universidade. "Isto nos deu um indício da enorme pressão que sofreram essas rochas quando ocorreu o impacto." "Esta é uma grande história, porque Morgan Cox não é uma pesquisadora graduada, mas uma estudante conduzindo um projeto especial", afirmou Aaron Cavosie. O especialista explicou que ninguém procura reidite. Sempre que o mineral é encontrado "é quase por acaso". "Morgan termina seu projeto conosco este ano e quer fazer um doutorado em Ciências Planetárias. Não posso imaginar um começo melhor para sua carreira", disse.
'Não podemos nos contentar em dizer que não encontramos as causas, é insuportável', afirmou a Ministra da Saúde, Agnès Buzyn. O governo francês decidiu iniciar uma nova investigação sobre os bebês nascidos sem braços em várias regiões do país, declarou a ministra da Saúde, Agnès Buzyn, neste domingo (21). Os nascimentos foram registrados de forma agrupada, em perímetros reduzidos, nas regiões de Ain (com sete nascimentos entre 2009 e 2014), Loire-Atlântico (oeste, três nascimentos entre 2007 e 2008) Bretanha (oeste, quatro bebês entre 2011 e 2013); gerando preocupações nas áreas afetadas. Junto com o ministro da Transição Ecológica, François Rugy, "decidimos relançar uma investigação" para ter "visões cruzadas" de médicos e especialistas em meio ambiente, declarou Buzyn na transmissão do "Grand Jury", organizada pela RTL, Le Figaro e LCI. "Não podemos nos contentar em dizer que não encontramos as causas, é insuportável", acrescentou a ministra. Na primeira investigação, a agencia sanitária Santé publique France concluiu, no início de Outubro, que o números de casos em Ain não era estatisticamente superior à média nacional. Por outro lado, há um excesso de casos em Loire-Atlântico e Bretanha, sem explicação. Segundo Buzyn, na França existem "entre 80 e 100 nascidos por ano com malformação de membros". As causas podem ser genéticas, estarem ligadas a limitações físicas ou devido à presença de substancias tóxicas na alimentação, no meio ambiente e até mesmo em medicamentos, como foi o caso da talidomida.
Em post no Twitter, ela comentou: 'Eu estou incapacitada. Às vezes eu caio. Eu deixo cair coisas. Minha memória está nebulosa'. A atriz Selma Blair em foto de 9 de abril de 2018 Chris Pizzello/Invision/AP A atriz americana Selma Blair revelou neste sábado (20) que sofre de esclerose múltipla, em um texto emocionado publicado no Instagram que oferece uma visão de sua vida com a doença. Conhecida por seus papéis em filmes como "Legalmente loira" e "Segundas intenções", a atriz de 46 anos, informou que foi diagnosticada com a enfermidade crônica do sistema nervoso central, que provoca fadiga, dor e problemas de coordenação, em agosto, depois de sofrer os sintomas "durante anos". "Eu estou incapacitada. Às vezes eu caio. Eu deixo cair coisas. Minha memória está nebulosa. E meu lado esquerdo está pedindo indicações a um GPS quebrado. Mas estamos fazendo isso. E eu dou risadas e não sei exatamente o que vou fazer, mas vou fazer o melhor que conseguir", escreveu. Blair, que atualmente está trabalhando na ficção científica "Another Life", da plataforma de streaming Netflix, afirmou que revelou seu diagnóstico para compartilhar sua gratidão à figurinista Alissa Swanson, que "cuidadosamente coloca minhas pernas nas calças, passa as camisas pela minha cabeça, abotoa meus casacos e oferece o ombro para me estabilizar". Blair também agradeceu a amigos famosos, incluindo a atriz Sarah Michelle Gellar, pelo apoio. "Eu quero brincar com o meu filho de novo. Quero caminhar pela rua e montar meu cavalo. Tenho EM e estou bem. Mas se você me encontrar deixando tudo cair pela rua, sinta-se à vontade para me ajudar a pegar. Sozinha, eu levo um dia inteiro."
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