Ciência e Saúde
Beata Bienias acabou tendo três filhos – dois devido à fecundação natural e um com a ajuda do procedimento in vitro. Beata Bienias ao lado de seus três bebês e o marido Facebook/Reprodução Beata Bienias, de 36 anos, tentou por muito tempo engravidar. Em uma reviravolta, acabou em uma gestação de três bebês: dois de forma natural e um por fertilização in vitro. Ela só descobriu que esperava os gêmeos quando já tinha feito o procedimento. "Estávamos tentando há tanto tempo. Às vezes, nós até pensamos: talvez a gente seja um casal sem bebês", disse Bienias à agência internacional SWNS. Antes de desistir de vez, ela e o marido resolveram tentar a fertilização in vitro: "Foi incrível", disse. "Foi um momento muito emotivo. Não podia esperar pelo momento de retirar meus óvulos. Chorei quando tive o embrião colocado dentro de mim." Como ela não ficou sabendo que já estava grávida? Foram determinadas algumas regras, como por exemplo não fazer um teste de gravidez pelo menos 14 dias após a inserção do material. Ela também não podia fazer sexo no prazo de 4 dias que antecediam o procedimento. "Não consegui esperar e depois de nove dias fiz o teste. Quando vi as duas linhas confirmando o 'positivo', fiz cinco ou seis outros testes para ter certeza", contou Bienias. Initial plugin text Os dois saíram de férias para comemorar e voltaram para fazer os exames oficiais da clínica de fertilização. "Quando eu me sentei, a ultrasonografista disse para eu não ficar decepcionada se não conseguisse ver nada da primeira vez". "Depois, se virou para o meu marido e pediu para ele se sentar". Ela disse: "Bem, nós temos trigêmeos aqui". "Temos um bebê de fertilização in vitro e dois foram concebidos de forma natural. Essa é a nossa história", disse Bienias.
Imagens foram captadas por telescópio instalado na Estação Cabo Branco, em João Pessoa. Uma câmera instalada em um ponto de observação na Estação Cabo Branco, em João Pessoa, flagrou um impacto lunar durante o eclipse com superlua de sangue na madrugada da segunda-feira (21). O impacto aconteceu instantes antes do início da totalidade do eclipse e também foi registrado por câmeras em outros países. Veja o vídeo acima. Veja fotos do eclipse lunar com superlua de sangue Confira galeria de fotos do eclipse na Paraíba De acordo com Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia (APA) e membro da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon), durante a observação pública do eclipse, um telescópio com duas câmeras foi instalado nos jardins da Estação Ciência. Impacto lunar durante eclipse com superlua de sangue foi flagrado por câmeras na Paraíba na segunda-feira (22) Divulgação/Bramom Uma das câmeras estava preparada para transmitir o eclipse em tempo real para um telão e outra para monitorar impactos lunares no momento da totalidade. “Os vídeos das duas câmeras foram gravados e, à noite, ao observar um deles, percebi o flash ocorrido antes do início da totalidade”, disse. Segundo Marcelo, o impacto consiste de um pedaço de rocha espacial que atinge a superfície da lua em alta velocidade e gera um intenso flash de luz que pode ser captado da Terra. A imagem também foi flagrada por estações de observação no Marrocos e nos Estados Unidos. Initial plugin text O presidente da APA explica que a confirmação do impacto foi divulgada na manhã desta terça-feira (22) pelo Sistema de Detecção e Análise de Impactos Lunares (Midas), um projeto coordenado pela Universidade de Huelva e pelo Instituto de Astrofísica da Andaluzia, na Espanha, que também gravou um vídeo do impacto. O vídeo, captado na Espanha às 2h41 (horário de Brasília), foi compartilhado por Jose Maria Madiedo, astrônomo na Universidade de Huelva em uma postagem no Twitter. Initial plugin text
Segundo Secretaria de Saúde, estado tem 12 casos confirmados da doença e 32 em investigação. Dados foram divulgados nesta quarta-feira (22). Febre amarela: vacina está disponível em todos os postos de Saúde da capital Divulgação O estado de São Paulo registrou 12 casos e seis mortes por febre amarela em janeiro de 2019. Os dados foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde na tarde desta quarta-feira (22). Ainda de acordo com a pasta, outros 32 casos estão em investigação. O governo diz que está que está intensificando as ações nos municípios do Vale do Ribeira, região de maior incidência da doença. A região concentra os 12 casos confirmados de febre amarela neste ano, dos quais seis evoluíram para óbitos. O balanço é de 21 de janeiro, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE). As vítimas se infectaram nos municípios de Eldorado (9 casos, 4 mortes); Jacupiranga (1 morte); Iporanga (1 morte) e Cananeia (1 caso). Dos confirmados, 83,3% das vítimas são homens, com idade média de 45 anos e trabalhadores rurais - perfil tradicional registrado no país, aponta o governo estadual. Para organizar os fluxos assistenciais, a pasta definiu um protocolo para que os casos suspeitos da doença sejam direcionados ao Hospital Regional do Vale do Ribeira, em Pariquera-Açu, referência em média e alta complexidade, onde o paciente passará por exames laboratoriais e poderá ser regulado a outros serviços SUS, caso necessário. Em 2018, foram confirmados 502 casos contraídos em várias regiões do estado, e 175 óbitos. O período de maior índice de contaminação da doença ocorre de dezembro a maio. No último mês do ano passado, foram confirmados três casos, com duas mortes na região do Vale do Ribeira. O governo afirma que a cobertura vacinal contra a febre amarela, em todo o estado, é de 65%, em média, com variações entre as regiões. Capital Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, em 2018 foram registrados 107 casos importados da doença, dos quais 22 evoluíram para óbito. Em 2019, até o último dia 10 de janeiro, não foi confirmado nenhum caso de febre amarela na cidade. Outros 13 casos autóctones (adquiridos no município) foram confirmados, sendo que seis evoluíram para óbito. A Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), órgão ligado à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informa que a cobertura vacinal de febre amarela no município de São Paulo é de 76,03%, de acordo com dados provisórios até 17 de janeiro de 2019. O número equivale a mais de 8,8 milhões de pessoas imunizadas contra a doença. A meta da SMS é atingir 95% de cobertura em todo o município. A pasta afirma que tem realizado diversas estratégias para ampliar a vacinação. Dentre elas, a realização de dias de mobilização contra a febre amarela, a abertura de unidades em alguns finais de semana, busca ativa de pessoas não vacinadas, a disponibilização de postos volantes em shoppings, terminais urbanos e rodoviários, parques, estações de metrô e trem, entre outras medidas. Vacinação Todos os paulistas devem se vacinar contra a febre amarela, caso ainda não estejam imunizados. Moradores de qualquer região de São Paulo precisam se prevenir contra a doença, sobretudo aqueles que residem ou visitam áreas com vegetação densa. A vacina, que está disponível na rotina dos postos da rede pública de saúde, deve ser tomada dez dias antes de viagens e/ou deslocamentos a áreas de mata para proteção efetiva. A vacina é indicada para pessoas a partir dos 9 meses de idade. Devem consultar o médico sobre a necessidade da vacina os pacientes portadores de HIV positivo e transplantados. Não há indicação de imunização para gestantes, mulheres amamentando crianças com até 6 meses de idade e imunodeprimidos como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticoides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatoide). Desde 2016, a Secretaria intensificou as ações de enfrentamento da febre amarela no Estado, por meio de monitoramento dos corredores ecológicos, vigilância epidemiológica e vacinação. Além do reforço nas estratégias em locais que convencionalmente estavam no mapa de imunização, as áreas com indicação da vacina foram gradativamente ampliadas. Initial plugin text
O planeta que está mais próximo da Terra não é necessariamente o que você aprendeu na escola, uma vez que as distâncias entre eles mudam por causa das órbitas em torno do Sol. Diagrama mostra ordem dos oito planetas no Sistema Solar Nasa Há coisas que aprendemos na escola e damos como certas para o resto de nossas vidas. Por exemplo, a ordem dos planetas. Quem tem boa memória deve lembrar: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Plutão, que era considerado um planeta, foi "rebaixado". Na mesma aula, também aprendemos que planeta está mais próximo da Terra. Mas não é tão simples assim. Marte ou Vênus? Independentemente do que você aprendeu na infância, não há uma única resposta para a pergunta, porque as distâncias entre os planetas estão mudando. De fato, embora Marte e Vênus sejam sempre representados como vizinhos da Terra - um de cada lado - em determinados momentos nenhum deles é o mais próximo do nosso planeta. Isso foi revelado recentemente pelo programa de rádio More or Less, da BBC Radio 4, dedicado a analisar números e estatísticas da vida cotidiana. Foi um ouvinte do programa que escreveu pedindo esclarecimentos, após assistir a um programa de televisão da BBC, que dizia que Marte era nosso vizinho mais próximo. "Certamente é um erro", disse Graham Sherman, convencido de que a resposta correta era Vênus. Distância dos planetas A verdade é que cada planeta tem um ritmo diferente de órbita - a jornada dos planetas ao redor do Sol. Isso significa que as distâncias entre eles estão mudando. Para calcular que planeta realmente passa mais tempo perto da Terra, você precisa fazer uma média. Foi exatamente isso que o programa More or Less fez, com a ajuda do especialista em estatísticas Oliver Hawkins. Hawkins conseguiu estimar que planeta estava mais próximo da Terra a cada dia dos últimos 50 anos. Assim ele conseguiu calcular qual foi o planeta que passou, em média, a maior parte do tempo como nosso vizinho mais próximo. A resposta vai surpreender você... Foi Mercúrio. "Como isso é possível?", você deve se perguntar. Para explicar, a BBC procurou David A. Rothery, professor de geociências planetárias da Open University, no Reino Unido. Questão de tempo "A ordem dos planetas, a partir do Sol, é: Mercúrio, Vênus e Terra, mas quando Vênus está do outro lado do Sol, fica muito longe de nós", explica Rothery. A órbita de Vênus faz deste planeta o que pode chegar mais perto do nosso, seguido por Marte na segunda posição. Às vezes, o planeta vermelho fica muito próximo da Terra, enquanto a distância de Vênus é enorme. "E, embora Marte seja potencialmente o segundo planeta mais próximo do nosso planeta, o que passa mais tempo perto da Terra é Mercúrio", confirmou. As estatísticas provam isso claramente: no último meio século, o menor planeta - e mais próximo do Sol - foi o mais próximo da Terra 46% do tempo. Vênus aparece em segundo lugar: ele passou 36% do tempo como nosso vizinho mais próximo. Por outro lado, o planeta vermelho, que muitos supõem ser o mais próximo da Terra, estava nesta posição apenas 18% do tempo. Por que a confusão? Talvez a confusão sobre a proximidade de Marte tenha a ver com o enorme interesse que este planeta despertou nos últimos anos entre as agências espaciais, especialmente a Nasa. Mas por que se fala tanto em fazer viagens a Marte se Vênus está, de fato, a uma distância menor e Mercúrio acaba passando mais tempo ao nosso lado? A razão, segundo Rothery, não tem nada a ver com as distâncias, mas com as características de cada planeta. "Marte é um lugar que poderia abrigar vida e sua superfície não é muito quente. Uma nave espacial poderia operar lá por um longo tempo", disse. "Por outro lado, se você pousar em Vênus, é muito quente, porque a atmosfera densa retém o calor". Mercúrio, o próximo desafio Quanto a Mercúrio, é mais complicado. E não é porque é o mais quente (na verdade, Vênus é mais quente, apesar de estar mais longe do Sol). "É o planeta mais difícil de alcançar porque quando você vai para Mercúrio você se aproxima do Sol e vai ganhando velocidade (...) o que torna mais complicado entrar na sua órbita", diz o especialista. Apenas duas missões espaciais conseguiram isso até agora: a Mariner 10, em 1974 e 1975, e a sonda Messenger, em 2004, ambas da Nasa - o que torna Mercúrio o planeta menos explorado do nosso Sistema Solar. Mas Rothery faz parte de um grupo de especialistas que busca uma terceira viagem exploratória a Mercúrio. Em outubro passado, as agências espaciais da Europa e do Japão lançaram em conjunto a terceira missão da história para esse planeta: a BepiColombo, prevista para chegar a Mercúrio em 2025. Estima-se que a sonda levará sete anos para entrar na órbita de Mercúrio, devido aos problemas de aceleração mencionados pelo especialista. Talvez possamos finalmente aprender mais sobre nosso vizinho enigmático.
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