Ciência e Saúde
Há 72.460 pessoas infectadas pelo vírus no país; 7.862 pessoas já receberam alta. O número de mortos na China por Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, chegou a 1.885 nesta segunda-feira (17), informaram autoridades de saúde locais. O total de casos confirmados no país ficou em 72.460. Estes números incluem o balanço do dia da Organização Mundial da Saúde (OMS) mais a atualização da província de Hubei. China usa plasma sanguíneo de pessoas que se recuperaram do coronavírus em pacientes internados Casos de coronavírus pelo mundo – Atualizado em 17/02 às 10h30 Arte G1 Somente na província de Hubei, epicentro do coronavírus na China, foram registradas mais 93 mortes e 1.807 casos confirmados da doença entre este domingo (16) e segunda-feira (17). Na região, são 59.989 pacientes com o vírus e 1.789 mortes desde o início do surto. Mais números da epidemia em Hubei: 7.862 pacientes receberam alta do hospital. 41.957 pessoas estão em tratamento hospitalar 69.270 estão sob observação médica Os números de novos casos na região estão caindo há 5 dias. Os dados apresentados pela OMS, na manhã desta segunda-feira, ainda não têm os números atualizados dos novos casos apresentados pela província chinesa. Coronavírus foi detectado em Wuhan pela primeira vez em dezembro; a cerca de 1,2 mil km de Pequim, a cidade é a capital da província de Hubei G1 Situação no Brasil No Brasil, há três pessoas que ainda passam por exames por causa da suspeita de coronavírus, dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul, segundo informações, desta segunda-feira (17), do Ministério da Saúde. Até agora, houve 45 suspeitas de casos do vírus que foram descartadas depois das análises. Não há nenhum paciente com a doença no país. Destaques sobre o coronavírus desta segunda-feira (17): Outras 99 pessoas no navio de cruzeiro Diamond Princess, que está em quarentena há mais de 10 dias no Japão, testaram positivo para o novo coronavírus – levando o número de infectados a bordo a 454. 14 dos 300 americanos que foram retirados do navio estão infectados com o vírus, anunciou o Departamento de Estado americano. De acordo com as autoridades dos EUA, eles haviam sido testados há dois ou três dias e não tinham apresentado sintomas; todos serão mantidos em quarentena assim que chegarem a uma base na Califórnia nesta segunda (17). No domingo (16), outra autoridade americana havia afirmado que ao menos 40 americanos tinham sido infectados pelo vírus. Uma mulher russa a bordo do Diamond Princess foi diagnosticada com a doença – a primeira cidadã do país. Na China, o diretor de um hospital em Wuhan morreu. A morte dele foi a primeira de um diretor de hospital por causa da doença, segundo o jornal estatal chinês "People's Daily". China usa plasma sanguíneo de pessoas que se recuperaram do coronavírus em pacientes internados Vídeos: Coronavírus: após contágio, autoridades buscam passageiros liberados em cruzeiro Novo coronavírus: brasileiros em quarentena passam por novos exames Epidemia do novo coronavírus ameaça levar economia do Japão à recessão
País pede que pessoas que se curaram de coronavírus doem plasma. Médicos afirmam que, em alguns casos, pacientes se recuperam em até 24 horas. Imagem de microscópico mostra o novo coronavírus, responsável pela doença chamada Covid-19 NIAID-RML/AP As autoridades de saúde chinesas pediram, nesta segunda-feira (17), para que as pessoas que se recuperaram do novo coronavírus doem sangue para extrair o plasma com o objetivo de tratar os doentes que ainda se encontram em estado grave. Os perigos da polêmica terapia com plasma que está na moda nos EUA China tem 1,7 mil mortes por novo coronavírus e mais de 70,6 mil casos confirmados Alguns médicos já estão usando infusões de plasma sanguíneo de pessoas que se recuperaram do coronavírus para tratar aqueles que ainda lutam contra a infecção. O método é apontado como uma solução enquanto os laboratórios farmacêuticos ainda estão em busca de desenvolverem um tratamento e uma vacina contra o vírus. Casos de coronavírus pelo mundo – Atualizado em 17/02 às 10h30 Arte G1 Posição da OMS Mike Ryan, chefe do programa de emergências em saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que o método é válido, mas que é importante acertar o tempo de aplicação do plasma para que ele seja eficiente à imunidade dos pacientes. O plasma de ex-pacientes que foram infectados pelo coronavírus contém anticorpos que podem reduzir a carga viral em pacientes graves, explicou a Comissão Nacional de Saúde da China durante uma coletiva de imprensa, realizada nesta segunda-feira (17). Pedido de doação de plasma "Gostaria de pedir aos que se recuperaram que doassem seu plasma. Ao fazer isso, dariam esperança àqueles que ainda estão gravemente doentes", disse Guo Yanhong, funcionária da Comissão Nacional de Saúde chinesa. Em Wuhan, epicentro da epidemia, onze pacientes receberam transfusões de plasma na semana passada, anunciou o Ministério da Ciência e Tecnologia da China. "Um deles já voltou para casa, outro conseguiu se levantar e andar, e os outros estão se recuperando. Os ensaios clínicos mostraram que as transfusões de plasma (de pacientes curados) são seguras e eficazes", disse Sun Yanrong, pesquisadora do centro biológico do Ministério. Em uma postagem em uma rede social, o China National Biotec Group afirmou que os pacientes que receberam transfusões de plasma viram sua condição "melhorar em 24 horas". "Apenas o plasma será usado, os outros componentes do sangue, incluindo glóbulos vermelhos e plaquetas, serão restituídos aos doadores", completaram. Bolsa de sangue dividida em hemácias, plasma e crioprecipitado Fabiana Assis/G1 Vídeos Veja vídeos sobre o tema: Epidemia do novo coronavírus ameaça levar economia do Japão à recessão Coronavírus: '97% dos doentes se recuperaram', diz médico francês que ficou em Wuhan Entenda como funciona a doação de plaquetas sanguíneas Cruzeiro no Japão é maior foco da doença fora da China Coronavírus: após contágio, autoridades buscam passageiros liberados em cruzeiro
'Quero que saibam que todos os seus sonhos e todos os seus planos para o futuro, tudo isso pode mudar se você continuar a usar cigarros eletrônicos. Por ser tão perigoso, realmente não vale a pena. Vocês devem parar', diz Daniel Ament à BBC News Brasil. Daniel Ament foi o primeiro a receber transplante duplo de pulmões em decorrência de doença ligada ao uso de cigarros eletrônicos Fight4Wellness via BBC Em outubro do ano passado, no auge da crise provocada por uma misteriosa doença pulmonar ligada ao uso de cigarros eletrônicos que se alastrava pelos Estados Unidos, um adolescente anônimo virou manchete por ter sido o primeiro paciente afetado pelo surto a receber um transplante duplo de pulmões. Mortes por doenças ligadas ao cigarro eletrônico são mais de 50 nos Estados Unidos Brasil tem 3 casos de danos no pulmão por cigarro eletrônico Agora, quatro meses depois e ainda se recuperando da cirurgia que salvou a sua vida, Daniel Ament, de 17 anos, decidiu revelar sua identidade e contar sua história para alertar outros jovens sobre os perigos relacionados ao uso de cigarros eletrônicos. "Quero que saibam que todos os seus sonhos e todos os seus planos para o futuro, tudo isso pode mudar se você continuar a usar cigarros eletrônicos. Por ser tão perigoso, realmente não vale a pena. Vocês devem parar", diz Ament à BBC News Brasil. Desde o primeiro caso, identificado em abril do ano passado, a doença, nomeada como EVALI, já causou 64 mortes e levou à hospitalização de 2.758 pessoas em todos os 50 Estados americanos, no Distrito de Columbia (onde fica a capital, Washington) e nos territórios de Porto Rico e Ilhas Virgens Americanas. Antes de ficar doente, Ament era um adolescente que gostava de nadar, correr e velejar e sonhava em fazer parte dos Navy SEALs, força de elite da Marinha americana. Hoje, ele precisa tomar mais de 20 comprimidos diários, e seu sistema imunológico ainda está comprometido. Depois de dois meses e meio no hospital, onde os médicos constataram danos irreversíveis em seus pulmões e temiam que ele não fosse sobreviver, emagreceu 18 quilos e sofreu atrofia nos músculos. "Tive de reaprender a respirar e a caminhar", conta. Hábito cada vez mais comum Ament, que nunca fumou cigarros convencionais, havia começado a usar cigarros eletrônicos aos 16 anos, poucos meses antes de ficar doente. O adolescente vive em Grosse Pointe, nos arredores de Detroit, no Estado de Michigan, e diz que muitos de seus colegas e amigos também fumavam cigarros eletrônicos. Antes de ficar doente, Daniel (em pé) gostava de velejar e sonhava em fazer parte da força de elite da Marinha americana Fight4Wellness via BBC "Era (um hábito) cada vez mais comum entre meus amigos", observa. Ele conta que, no início, nem tinha seu próprio aparelho, fumando apenas quando os amigos ofereciam, mas com o tempo se tornou mais frequente. Na maioria das vezes eram cigarros eletrônicos com nicotina, mas em cerca de dez ocasiões ele diz ter usado THC (tetra-hidrocanabinol, componente psicoativo da maconha). A maconha é legal em 33 Estados americanos — em alguns para uso recreativo, em outros somente para uso medicinal. Ao investigar a doença, o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças, agência de pesquisa em saúde pública ligada ao Departamento de Saúde americano) descobriu que muitas das mortes estavam ligadas ao uso de THC e à presença de acetato de vitamina E. Esse componente em forma de óleo da vitamina costuma ser utilizado em cremes para pele e suplementos vitamínicos, mas não é autorizado em produtos à base de maconha para uso em cigarros eletrônicos. O CDC suspeita que acetato de vitamina E e outros componentes tenham sido usados para diluir o THC em produtos adulterados ilegalmente. Antes do transplante, Ament foi mantido vivo graças a uma máquina de oxigenação por membrana extracorpórea, que atua como coração e pulmões artificiais, oxigenando e circulando o sangue Fight4Wellness via BBC Mas Ament acredita que todos os cigarros eletrônicos que usou foram comprados em lojas autorizadas, e não do mercado negro. Além disso, 14% dos pacientes identificados com EVALI relataram ter usado apenas cigarros eletrônicos com nicotina, sem THC. Os médicos não sabem que produto específico, se nicotina ou THC, causou os danos nos pulmões do jovem, mas apenas que a doença está ligada ao uso de cigarros eletrônicos. 'Risco de morte iminente' Ament havia ouvido falar da doença misteriosa que estava afetando usuários de cigarros eletrônicos, a maioria jovens como ele, e decidiu parar de usar os dispositivos quando voltou às aulas, em setembro do ano passado, depois das férias do verão americano. Mas, poucos dias depois, acordou com dor de cabeça, dores nas costas, febre alta e fadiga. Como os sintomas não passavam, foi levado ao pronto-socorro. Cirurgião Hassan Nemeh (na foto com Ament) diz que os danos nos pulmões do jovem eram irreversíveis Fight4Wellness via BBC "Eu sentia dificuldade de respirar. E esta é a última coisa de que me lembro. Acordei 50 dias depois e só então soube que havia passado pelo transplante", relata. Depois daqueles primeiros sintomas, a condição de Ament se deteriorou rapidamente. Ele foi internado no hospital Ascension St. John, em Detroit, no dia 5 de setembro. Inicialmente, a suspeita era de pneumonia. Mas os médicos constataram que seus pulmões estavam extremamente inflamados, cheios de líquido e tecido morto. Menos de duas semanas depois, como seu quadro se agravava, ele foi transferido para o Hospital Infantil de Michigan, onde foi mantido vivo graças a uma máquina de oxigenação por membrana extracorpórea, chamada de ECMO, que atua como coração e pulmões artificiais, oxigenando e circulando o sangue quando os órgãos do paciente não são capazes de desempenhar essas funções. Em 3 de outubro, Ament foi transferido pela terceira vez, para o hospital Henry Ford. Os médicos disseram que nunca haviam visto nada parecido com o que encontraram nos pulmões de Daniel. Os danos eram tão graves e o risco de morte era tão alto que ele foi colocado no topo da lista de espera para transplante. "Ele corria risco de morte iminente se não recebesse o transplante de pulmões", disse o cirurgião Hassan Nemeh, que liderou a equipe responsável pela cirurgia, realizada em 15 de outubro. Sonho interrompido Depois de 50 dias sedado, Ament acordou no hospital e descobriu que havia recebido o transplante. Ele ainda ficou várias semanas internado, e passou o aniversário de 17 anos no hospital. Aos poucos, ele reaprendeu a andar e está recuperando a força nos músculos. Mas os médicos salientam que a recuperação depois de um transplante como o dele pode levar vários meses. Seu sistema imunológico ainda está fraco, e ele terá de tomar medicamentos pelo resto da vida para evitar que seu organismo rejeite os pulmões transplantados. O sonho da carreira militar teve de ser abandonado. Ament ainda não voltou à escola, e está estudando online em casa enquanto se recupera. Mas nas últimas semanas ele tem percorrido algumas escolas da região onde mora para compartilhar sua história e alertar outros jovens para os riscos dos cigarros eletrônicos. Ele também criou uma organização sem fins lucrativos, a Fight4Wellness, para aumentar a conscientização sobre o problema e ajudar adolescentes que querem abandonar o hábito. "Não posso fazer nada do que tinha planejado, mas estou me concentrando em outras coisas, na organização e em voltar à escola", afirma ele, que está no penúltimo ano do ensino médio. Epidemia entre os jovens Ament sabe que não é fácil convencer jovens a abandonarem os cigarros eletrônicos, e conta que seu próprio irmão gêmeo ainda não conseguiu se livrar do hábito. "O vício é muito forte", afirma. O uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes americanos é descrito por autoridades de saúde como uma epidemia. Mais de um em cada quatro alunos do ensino médio relatam terem usados os dispositivos nos últimos 30 dias, muitos dos quais, assim como Ament, nunca haviam fumado cigarros convencionais. Ament tem compartilhado sua história em escolas para alertar outros jovens sobre os riscos dos cigarros eletrônicos Fight4Wellness via BBC Apesar de a venda para menores de idade ser proibida, o número de estudantes americanos do ensino fundamental e médio que usam cigarros eletrônicos saltou de 3,6 milhões em 2018 para 5,4 milhões em 2019, segundo o CDC. Em 2011, eram apenas 220 mil. No início do ano, o governo americano anunciou a proibição da maioria dos cigarros eletrônicos com sabores — que costumam atrair os usuários jovens. Mas a medida foi criticada por não englobar mentolados ou com sabor de tabaco e deixar de fora alguns tipos de cigarros eletrônicos. Fabricantes afirmam que os cigarros eletrônicos são menos nocivos para os pulmões do que os cigarros convencionais, já que não incluem as toxinas perigosas, muitas delas cancerígenas, provenientes da combustão do tabaco. Diferentemente de cigarros convencionais, nos cigarros eletrônicos ou vaporizadores a nicotina, THC ou aromatizantes são misturados a um tipo de solvente ou óleo, que atua como difusor ao ser aquecido por uma bateria, transformado em vapor, que é inalado. O sabor pode ser alterado com a inclusão de outros químicos nessa solução líquida. Mas especialistas alertam para os riscos de alguns químicos e da mistura de diferentes componentes que, mesmo que sejam seguros para ingestão, podem ser tóxicos ao serem inalados, e afirmam que ainda pode levar anos até que os efeitos do uso de cigarros eletrônicos na saúde da população sejam conhecidos. Ament não sabe quem foi o doador de seus pulmões, mas pretende escrever uma carta para a família. "Quero que saibam como sou grato por ter uma segunda chance", diz. Vídeos sobre cigarro: Vaping - Os perigos do cigarro eletrônico Posso ajudar? Parar de fumar Nos EUA, cigarro eletrônico está causando internações e até mortes
Donos botam proteção nos bichos, apesar de não haver evidência de que transmitam ou se contaminem pela doença. Cachorros com máscara em área comercial em Shanghai, na China Aly Song/Reuters Donos de cães na China têm comprado máscaras para seus pets para protegê-los do coronavírus, mesmo não havendo claras evidências de que outras espécies, além da humana, possam pegar a doença. Na foto acima, dois cachorros foram flagrados com máscaras numa área comercial de Shanghai. Zhou Tianxiao, de uma empresa sediada em Pequim, informou que as vendas de máscaras caninas dispararam, segundo reportagem do tabloide britânico "Daily Mail". Zhou -- cujo negócio, antes da epidemia de Covid-19, era vender as máscaras para proteger os cães da poluição do ar -- disse que os dispositivos podem ajudar a impedir que os cães lambam pessoas ou superfícies infectadas. As máscaras para cães "podem não ser tão profissionais quanto as máscaras médicas feitas para humanos, mas são funcionais", afirmou. Cão com máscara em área comercial de Shanghai Aly Song/Reuters A Organização Mundial da Saúde disse que não está claro se o vírus "tem algum impacto na saúde dos animais". "Nenhum evento específico foi relatado em nenhuma espécie", disse a agência. Mas a Comissão Nacional de Saúde da China alertou que os donos de animais devem ser cautelosos com os pacientes infectados, informou o "China Daily". "Se os animais de estimação saem e têm contato com uma pessoa infectada, eles têm a chance de se infectar", disse Li Lanjuan, epidemiologista do comitê do NHC para o vírus, segundo o relatório. Não há evidências de que um cão ou gato de estimação possa estar infectado com o novo coronavírus. Mas isso não significa que não se deve lavar as mãos regularmente com água e sabão depois de tocá-los. Mesmo os bichos de estimação mais bem tratados podem portar micro-organismo como E. coli e salmonela — e eles podem ser transmitidos entre estes animais e humanos. Mesmo com a possibilidade de o surto do novo coronavírus ter se originado em um mercado de animais vivos em Wuhan, na China, é importante saber que a fonte provavelmente foi uma espécie selvagem. O vírus poderia passar despercebido entre animais antes de infectar seres humanos, que é como muitas epidemias deste tipo começam, como por exemplo, as de gripe aviária, ebola e Sars. Mas isso não significa que animais em geral são perigosos ou espalham a doença. Cães com máscaras em área comercial de Shanghai Aly Song/Reuters Initial plugin text
Tanto eles como os repatriados tiveram amostras de secreção colhidas nesta segunda-feira (17) para passar por nova análise. Grupo de 58 pessoas está há oito dias em isolamento. Equipes fazem teste em repatriados em Anápolis Ho Yeh Li/Arquivo pessoal O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, afirmou que, após o resultado do segundo exame que pode identificar coronavírus, o órgão deve avaliar saída antecipada de quarentena para equipe que buscou os repatriados em Wuhan. Médicos, tripulantes e jornalistas estão com os 34 repatriados em isolamento há oito dias na Base Aérea de Anápolis, a 55 km de Goiânia. A declaração do secretário-executivo foi dada durante entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (17). “Eles coletaram [secreção] para novo exame hoje. Esse exame deve ficar pronto até quarta-feira. Até quarta-feira deverá ser dada solução para essas pessoas que não são os que vieram de Wuhan. Vamos aguardar o resultado para anunciar qual vai ser a estratégia em relação a eles, se eles vão permanecer até o final ou se poderão sair antes do fim da quarentena”, afirmou. O secretário-executivo reforçou que a decisão é tomada em conjunto com o Ministério da Defesa e que a questão seguirá sob análise ao menos até quarta-feira (19). Repatriados passam por novo exame Ho Yeh Li/Arquivo Pessoal Coleta para segundo exame Segundo a superintendente de vigilância em Saúde, Fluvia Amorim, foram coletadas secreções de nariz e garganta das 58 pessoas em quarentena. As amostras saíram da Base Aérea de Anápolis a caminho do Lacen, em Goiânia, por volta das 11h. O resultado pode sair em até 72 horas. O procedimento, segundo a superintendente, é comum já na Saúde - o mesmo usado para identificar se a pessoa está contaminada por H1N1. Flúvia acrescentou que a análise é bem precisa e segura. "Pegamos uma amostra e amplificamos ela. Esse exame vai identificar o vírus, por isso ele é tão específico. Então, se der positivo, a chance de contaminação é muito alta, e se der negativo, realmente está descartado", detalhou. Apesar do alto rigor no exame, a superintendente disse que, além deste, será feito outro próximo ao final previsto para a quarentena. "Foi um protocolo definido pelos Ministérios da Saúde e da Defesa, de que sejam feitos esses três exames. Mesmo se der negativo, faremos. Assim como deu negativo na primeira e estamos fazendo a segunda. É um protocolo de segurança", explicou. VE - Repatriação de brasileiros na China Aparecido Gonçalves e Juliane Monteiro/G1 Casos O número de mortos na China por Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, chegou a 1.770 neste domingo (16), informaram autoridades de saúde locais. O total de casos confirmados ficou em 70.548, aumento de 2.048 em um dia. No Brasil, há três pessoas que ainda passam por exames por causa da suspeita de coronavírus, segundo informações desta segunda-feira (17) do Ministério da Saúde. Até agora, houve 45 suspeitas de casos do vírus que foram descartadas depois das análises. Não há nenhum paciente com a doença no país. Veja outras notícias da região no G1 Goiás. Initial plugin text
Últimas Notícias
Bebida alcoólica corta o efeito dos analgésicos? Veja mitos e verdades
Algumas pessoas acreditam que as bebidas alcoólicas cortam o efeito dos medicamentos, no entanto o álcool não interfere na ação dos remédios. O que ocorre é que, por ter um efeito diurético, o álcool faz o organismo excretar mais rapidamente os analgésicos, interferindo na duração da ação desses fármacos.
Sorvete é ameaça? Veja mitos e verdades sobre doenças respiratórias
Assim que o tempo esfria as mães já alertam os filhos para vestirem um casaco. Mas será que ficar agasalhado impede mesmo o contágio da gripe? E tomar um chá quente? Será que ajuda? Ficar exposto ao ar condicionado provoca doenças respiratórias?
 
SEXAGEM FETAL
Atualmente é raro encontrar casais que preferem esperar o momento do parto para satisfazer a curiosidade quanto ao sexo do bebê. Cada vez mais, eles têm pressa em saber se o filho vai ser um menino ou uma menina, para o quanto antes lhe dar um nome, fazer planos, comprar o enxoval e até preparar e decorar o quarto tão sonhado.
CHECK UP - ROTINA LABORATORIAL
Check-up Laboratorial é uma bateria de exames indispensável que inclui a orientação dos médicos dos riscos para a sua saúde...
TESTE DE PATERNIDADE - DNA
O Teste de paternidade ou DNA refere-se a investigação de parentesco entre pessoas...
Acompanhe
Entre em contato
Matriz: (43) 3546-1440
4384315131
Todos os Direitos Reservados à Laboratório Vera Cruz
Rua Rui Barbosa, 871 - Centro - Ibaiti - Paraná - Fone:(43) 3546 1440