Ciência e Saúde
Há incertezas quanto à data e o local onde esses pedaços vão cair. Risco de atingir regiões habitadas é considerado baixo, dizem especialistas. Long March 5B decolou no dia 29 de abril, na China Reuters Desde abril, um foguete chinês está retornando à Terra sem saber onde ou quando chegará. A possibilidade mais provável é de que isso aconteça já neste sábado (8). Porém, embora seus destroços possam chegar a uma área habitada, o risco é extremamente limitado, dizem os especialistas. Veja abaixo perguntas e respostas sobre a queda de destroços de foguete chinês O que aconteceu com o foguete? Foguete Long March 5B decolando do Centro de Lançamentos de Wenchang, na China, em 29 de abril STR/AFP Em 29 de abril, a China lançou o primeiro módulo de sua futura estação espacial, Tianhe ("Harmonia Celestial"), com o foguete Long March 5B. O primeiro módulo deste poderoso ônibus espacial é o que agora está retornando à Terra. Sua trajetória está fora de controle porque seus designers imaginaram que ele iria se desintegrar na atmosfera naturalmente. O problema é que devido à sua enorme massa, entre 10 e 18 toneladas, o foguete dificilmente será totalmente destruído. As partes mais leves certamente vão evaporar, mas dado o tamanho do objeto, algumas peças permanecerão inteiras, de acordo com Florent Delefie, astrônomo do Observatório Paris-PSL. Além disso, se o foguete for feito de materiais que não se desintegram ao entrar na atmosfera — o que parece ser o caso — o risco é maior, disse o astrônomo. "A China deveria ter previsto um retorno controlado com um retrofoguete, como os russos fizeram quando desorbitaram a estação Mir", comentou à AFP Nicolas Brobrinsky, chefe do Departamento de Engenharia e Inovação da Agência Espacial Europeia (ESA). O que pode acontecer? Pessoas assistem ao lançamento do foguete Long March 5B no Centro de Lançamentos de Wenchang em 29 de abril STR/AFP Dada a altitude em que o objeto está, entre 150 km e 250 km, é difícil prever onde ele cairá, uma vez que as camadas inferiores da atmosfera são mais vulneráveis às variações de densidade. Na verdade, não podemos saber quando ele cairá, disse Brobrinsky. Nesta sexta-feira, estava programado para chegar à Terra entre as 18h50 de sábado e 4h de domingo (horário de Brasília) Embora as previsões sejam mais precisas com o passar das horas, mesmo uma hora antes do impacto, a incerteza será grande, acrescenta o especialista. A única certeza é que o objeto está em uma órbita inclinada de 41 graus em relação ao equador da Terra, portanto, só pode cair na faixa entre as latitudes 41 dos hemisférios Norte e Sul, que inclui, por exemplo, grande parte da América Latina, sul da Europa e África. No entanto, como afirma Pequim, o mais provável é que os restos do foguete caiam no mar, que ocupa 70% do planeta, ou em uma área deserta. A probabilidade de impacto numa área habitada é insignificante. "Menos de um milhão sem dúvida", assegura o responsável da ESA. Mesmo se os destroços caíssem sobre as casas, a velocidade do impacto seria relativamente baixa (cerca de 200 km/h). Nada a ver com o impacto de um meteorito (36 mil km/h). No entanto, para uma pessoa, o impacto pode ser fatal, de acordo com Delefie. Há antecedentes? Foto mostra foguete Longa Marcha-5 levando, em 2020, a sonda Chang'e 5, na missão lunar de trazer de volta amostras de terra da Lua. O foguete deve pousar no final de novembro e trazer as amostras no fim de dezembro. Mark Schiefelbein/AP Em 2020, os restos de outro foguete Long March atingiram várias aldeias na Costa do Marfim, causando danos, mas sem deixar feridos. De acordo com dados da NASA de janeiro de 2020, existem cerca de 20.000 objetos em órbita terrestre com tamanhos maiores que 10 cm, que são monitorados por radares e telescópios. Em 60 anos de voo espacial, cerca de 6 mil entradas descontroladas de grandes objetos feitos pelo homem na Terra foram registradas e apenas uma atingiu uma pessoa, sem feri-la, de acordo com o especialista da ESA Stijn Lemmens. VÍDEO: Destroços de foguete chinês devem cair no mar dos EUA em 8 de maio VÍDEOS: mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias
País contabiliza 419.393 e 15.087.360 casos, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa com informações das secretarias de Saúde. Brasil registra 2.217 mortes pela Covid em 24 horas O Brasil registrou 2.217 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando nesta sexta-feira (7) 419.393 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 2.158. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -15%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos decorrentes do vírus. Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta sexta. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. Essa é a menor média móvel de mortes registrada desde 18 de março, quando ela estava em 2.096 --e em plena ascenção naquele momento. O ritmo atual, no limite da faixa da estabilidade, mesmo quando em queda não ficou abaixo de -20% nas últimas semanas. É pouco se comparado ao ritmo de crescimento que a curva apresentou em março, com altas que passaram de +50%. Apenas um estado apresenta tendência de alta nas mortes: RR. O país completa agora 52 dias seguidos com a média móvel de óbitos acima dos 2 mil mortos por dia. Já são 107 dias no Brasil com a média móvel de mortes acima da marca de mil. Veja a sequência da última semana na média móvel: Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil na última semana. Ritmo da queda segue na faixa de estabilidade em comparação com 2 semanas antes Editoria de Arte/G1 Sábado (1º): 2.422 Domingo (2): 2.407 Segunda (3): 2.375 Terça (4): 2.361 Quarta (5): 2.329 Quinta (6): 2.251 Sexta (7): 2.158 Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 15.087.360 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 78.337 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 60.200 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +3% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos. Sem queda significativa tanto em casos quanto em mortes, o país começa a observar a formação de um platô perigoso nas duas curvas, com os números permanecendo ainda muito altos. Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados Mortes e casos por cidade Veja como está a vacinação no seu estado Brasil, 7 de maio Total de mortes: 419.393 Registro de mortes em 24 horas: 2.217 Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 2.158 (variação em 14 dias: -15%) Total de casos confirmados: 15.087.360 Registro de casos confirmados em 24 horas: 78.337 Média de novos casos nos últimos 7 dias: 60.200 por dia (variação em 14 dias: +3%) Estados Em alta (apenas 1 estado): RR Em estabilidade (11 estados): PR, RJ, SP, AP, TO, BA, CE, PB, PE, PI e SE Em queda (14 estados e o DF): RS, SC, ES, MG, DF, GO, MS, MT, AC, AM, PA, RO, AL, MA e RN Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia). Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Vacinação Balanço da vacinação contra Covid-19 desta sexta-feira (7) aponta que 34.914.631 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 16,49% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 17.578.127 pessoas (8,30% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 52.492.758 doses foram aplicadas em todo o país. Veja a variação das mortes por estado Estado com mortes em alta Editoria de Arte/G1 Estados com mortes em estabilidade Editoria de Arte/G1 Estados com mortes em queda Editoria de Arte/G1 Sul PR: +4% RS: -17% SC: -16% Sudeste ES: -36% MG: -16% RJ: +4% SP: -15% Centro-Oeste DF: -29% GO: -40% MS: -20% MT: -31% Norte AC: -35% AM: -38% AP: -15% PA: -33% RO: -41% RR: +22% TO: +1% Nordeste AL: -16% BA: -13% CE: -11% MA: -16% PB: -7% PE: +1% PI: -4% RN: -26% SE: +5% Brasil Sul Sudeste Centro-Oeste Norte Nordeste Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais). Veja vídeos de novidades sobre vacinas contra a Covid-19:
Pesquisa estima que são 11,5% da população do estado com mais de 18 anos. Estado com menor proporção é o Rio Grande do Sul, com 3,9%. Alagoas tem o maior percentual do país de pessoas com mais de 18 anos que nunca tiveram relação sexual BBC Alagoas tem o maior percentual do país de pessoas com mais de 18 anos que nunca tiveram relação sexual. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estima que são 11,5% nesta situação. A média nacional é de 6,1%. O estado com menor proporção de adultos que nunca tiveram relação sexual é o Rio Grande do Sul, com 3,9%. Pessoas com mais de 18 anos que nunca tiveram relação sexual Entre as capitais, Aracaju fica no topo da lista entre as pessoas com mais de 18 anos que já tiveram relações sexuais, 97,3%. Maceió tem 91,4%, seguida de Fortaleza (90,1), João Pessoa (89,8%) e Rio de Janeiro (87,8%). No recorte por gênero, ainda considerando os dados de Maceió, 94,3% dos homens disseram já ter tido relações sexuais alguma vez na vida, contra 89,1% das mulheres. A pesquisa apontou ainda que a idade média para iniciação sexual em Alagoas é de 17,4 anos. A idade é menor entre os homens (16,3) que entre as mulheres (18,2). A situação se repete em Maceió, com média de 17,5 anos para iniciação sexual e também uma idade menor para os homens (16) que para as mulheres (18,6). Uso de preservativo Segundo a pesquisa, os mais jovens disseram que usam preservativo de forma mais frequente que os mais velhos. Entre a população de 18 a 29 anos, estima-se que 39,3% utilizaram o preservativo em todas as relações, enquanto a proporção observada para as pessoas com 60 anos ou mais foi de apenas 11,9%. De maneira geral, em Alagoas, uma a cada quatro pessoas maiores de idade usou preservativo em todas as relações sexuais. A estimativa é que 25,3% das pessoas maiores de idade usaram preservativo em todas as relações sexuais nos últimos 12 meses anteriores à pesquisa. Essa foi a maior proporção do Nordeste, que teve média de 21,8%. Na comparação com outras unidades da federação, apenas cinco estados da região Norte e o Mato Grosso registraram maiores taxas. 13,4% dos adultos disseram que procuram o serviço público de saúde para obter preservativos nos 12 meses anteriores à pesquisa. Os homens (17,3%) procuraram mais que as mulheres (10,1%). Entre as pessoas de 30 a 39 anos, 21% das pessoas buscaram preservativos no serviço público. Os jovens de 18 a 29 anos apareceram na sequência (17,6%). Já os grupos de 40 a 59 anos (11,2%) e 60 anos ou mais (3,8%) apresentaram as proporções mais baixas. Campanha orienta sobre importância do uso do preservativo Campanha orienta sobre importância do uso do preservativo Veja os vídeos mais recentes do G1 AL Veja mais notícias da região no G1 Alagoas
Relatório com dados de 41 países prevê limites mais seguros para substância e que podem ajudar a atingir a meta internacional. Avisos frontais devem complementar informação da tabela nutricional, dispostas geralmente na parte de trás dos alimentos. USP Imagens A Organização Mundial da Saúde (OMS) reuniu dados de 41 países para definir os índices de sódio recomendados para a indústria de alimentos. O relatório foi publicado nesta semana e estabeleceu os limites que podem ajudar a reduzir 30% do consumo de sal do planeta até 2025. Desde 2020, a OMS começou a desenvolver essas referências das quantidades. O objetivo principal é esclarecer quais são os níveis máximos permitidos de acordo com cada categoria de alimentos. Jejum elogiado por Mayra Cardi pode estimular transtorno alimentar em adolescentes, diz entidade Quais filmes trazem mais alegria? Pesquisador investiga gêneros que melhoram o humor Neste relatório, cada quantidade estipulada está de acordo com a experiência de diferentes países, entre eles o Brasil, o Reino Unido, a Austrália e os Estados Unidos. A organização internacional recomenda que cada pessoa não ultrapasse o consumo de 5g de sal - o equivalente a 2g de sódio. Para ter uma ideia desse limite no dia a dia: uma colher de chá, rasa, tem cerca de 5g de sal. Veja abaixo alguns dos alimentos já definidos: 10 alimentos e quantidade de sódio Elcio Horiuchi/G1 O documento aponta que 11 milhões de pessoas morrem por ano devido a uma dieta pobre em nutrientes, sendo que 3 milhões delas podem ser atribuídas à alta ingestão de sódio. A OMS diz que um consumo exagerado de sal aumenta a pressão arterial e, consequentemente, o risco de problemas cardiovasculares, a principal causa de morte no planeta (32%) devido a doenças não infecciosa. Além disso, os especialistas que assinam o relatório apontam outros benefícios de uma ingestão controlada de sódio: redução da incidência de doenças renais crônicas, obesidade, câncer de estômago e outras doenças hepáticas. O abuso do sal também se reflete em sinais do corpo: sede, pressão alta, inchaço e ganho de peso. Isso acontece porque a substância faz o nosso corpo reter água para equilibrar a concentração dos íons e deixar o organismo em homeostase. "A definição das metas globais de sódio é, portanto, um passo importante para conduzir o progresso na redução do sódio. Eles ajudarão os países a definir suas políticas nacionais e atuar como base para o diálogo contínuo entre a OMS e o setor privado”, dizem os autores do documento. Vídeos: Viva Você
Últimas Notícias
Bebida alcoólica corta o efeito dos analgésicos? Veja mitos e verdades
Algumas pessoas acreditam que as bebidas alcoólicas cortam o efeito dos medicamentos, no entanto o álcool não interfere na ação dos remédios. O que ocorre é que, por ter um efeito diurético, o álcool faz o organismo excretar mais rapidamente os analgésicos, interferindo na duração da ação desses fármacos.
Sorvete é ameaça? Veja mitos e verdades sobre doenças respiratórias
Assim que o tempo esfria as mães já alertam os filhos para vestirem um casaco. Mas será que ficar agasalhado impede mesmo o contágio da gripe? E tomar um chá quente? Será que ajuda? Ficar exposto ao ar condicionado provoca doenças respiratórias?
 
SEXAGEM FETAL
Atualmente é raro encontrar casais que preferem esperar o momento do parto para satisfazer a curiosidade quanto ao sexo do bebê. Cada vez mais, eles têm pressa em saber se o filho vai ser um menino ou uma menina, para o quanto antes lhe dar um nome, fazer planos, comprar o enxoval e até preparar e decorar o quarto tão sonhado.
CHECK UP - ROTINA LABORATORIAL
Check-up Laboratorial é uma bateria de exames indispensável que inclui a orientação dos médicos dos riscos para a sua saúde...
TESTE DE PATERNIDADE - DNA
O Teste de paternidade ou DNA refere-se a investigação de parentesco entre pessoas...
Acompanhe
Entre em contato
Matriz: (43) 3546-1440
4384315131
Todos os Direitos Reservados à Laboratório Vera Cruz
Rua Rui Barbosa, 871 - Centro - Ibaiti - Paraná - Fone:(43) 3546 1440