Ciência e Saúde
Ao menos 13 estados enfrentam dificuldades. Brasil bateu nesta quinta recorde de mortes registradas em 24 horas: 1.582. Estados brasileiros vivem situação crítica na Saúde em razão do avanço da pandemia de Covid-19, com alta nos números de casos e de mortes causadas pela doença. Também estão na iminência de colapso, com Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) lotadas ou perto de ficar sem vagas. Em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul e em Rondônia, autoridades alertaram nesta quinta-feira (25) para o colapso nas estruturas de atendimento de saúde. Ao menos 12 estados enfrentam dificuldades (veja lista abaixo). Também nesta quinta, o Brasil bateu recorde de mortes registradas em 24 horas: 1.566 pessoas – é o maior número desde a chegada da pandemia ao país, em março de 2020. Carlos Lula, presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), apontou alta ocupação hospitalar em Santa Catarina, Tocantins, Rondônia, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Paraíba, Maranhão e Sergipe. Ele disse que a transferência de pacientes entre estados, em consequência da situação, está comprometida. "A gente termina a contabilidade tendo feito o transporte de mais de 600 pacientes do Amazonas para outros estados. E mais de 60 de Rondônia. Hoje a gente já teria dificuldade bem maior de fazer esse transporte porque todo mundo está no seu limite", afirmou o presidente do Conass. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que a transferência de pacientes entre estados que enfrentam lotação de unidades de terapia intensiva será uma das estratégias usadas para enfrentar o que ele chamou de "nova etapa" da pandemia de Covid-19, marcada pelo alastramento da variante descoberta em Manaus. Secretários de Saúde respondem a Pazuello: ‘Todo mundo no limite’ Situação nos estados SC - Estamos entrando em colapso, diz secretário de saúde de Santa Catarina TO - Ocupação de leitos passa de 80% no Tocantins RO - Secretário diz que todos os leitos de UTI para Covid estão ocupados RS - Secretária de saúde fala em possível esgotamento de vagas nas UTIs BA - Bahia tem restrição total de atividades não essenciais e secretário alerta para colapso; número de vítimas bate recorde CE - 91% dos leitos de UTI no Ceará estão ocupados e 170 cidades têm risco altíssimo PB - Paraíba adota toque de recolher; mortes aumentaram 41% MA - Taxa de ocupação dos leitos chega a mais de 80% em São Luís SP - Toque de recolher a partir desta sexta-feira em todo o estado; estado tem recordes de pacientes internados RN - 'Natal e Região Metropolitana estão com rede de saúde colapsada', diz governadora PR - Hospitais de Curitiba têm fila e secretária de Saúde fala em 'avalanche de casos PI - Estado impôs toque de recolher em razão do número de casos e de mortes PE - Governo suspendeu cirurgias eletivas em cidades do interior e contrata mais leitos para Covid na rede privada VÍDEOS: novidades sobre as vacinas
Vacina ainda não teve resultados de estudos de fase 3 publicados e por isso não há dados sobre a eficácia contra a Covid-19. Previsão é que a farmacêutica indiana Bharat Biotech envie primeiro lote em março. Que vacina é essa? Covaxin O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (25) ter assinado um acordo para a compra de 20 milhões de doses da Covaxin, vacina contra a Covid-19 desenvolvida na Índia pela farmacêutica Bharat Biotech. O investimento foi de R$ 1,614 bilhão, de acordo com a pasta. Vacina da Pfizer é a 1ª contra a Covid a obter registro definitivo no Brasil A Covaxin é baseada em vírus inativados. Essa técnica utiliza vírus que foram expostos em laboratório a calor e a produtos químicos para não serem capazes de se reproduzir. A vacina já está em uso na Índia, mas os testes de fase 3 ainda estão em andamento. Nenhum resultado com a eficácia geral da vacina foi divulgado. Cronograma das entregas "As primeiras 8 milhões de doses do imunizante devem começar a chegar já no mês de março, em dois lotes de 4 milhões a serem entregues entre 20 e 30 dias após a assinatura do contrato", informou o ministério da Saúde. O ministério afirmou que espera receber outras 8 milhões de doses no prazo de 45 e 60 dias após oficialização da compra. Em maio, é esperado o último lote, com 4 milhões de unidades. O fornecimento das doses será intermediado pela empresa brasileira Precisa Medicamentos. A Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) já disse ter interesse em comprar a Covaxin e chegou a enviar uma delegação à Índia. A meta é conseguir doses para venda em clínicas privadas. Sem aval da Anvisa A Covaxin ainda não teve seu uso autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Portanto, a vacina só poderá ser aplicada na população depois do sinal verde da agência. Até o momento, a Anvisa já concedeu o registro da Pfizer, que ainda não tem acordo com o Brasil, e liberou o uso emergencial da Coronavac (Butantan/Sinovac) e da Covishield (Oxford/AstraZeneca). A compra da vacina indiana ocorre após a agência reguladora retirar a exigência de estudos de fase 3 conduzidos no Brasil para aprovação de uso emergencial das vacinas contra a Covid-19. A farmacêutica indiana não chegou a realizar testes com voluntários brasileiros. Segundo a Anvisa, nos casos em que não há estudos de fase 3 no Brasil, o prazo de análise do pedido de uso emergencial será de até 30 dias. Superintendente de pesquisa do Einstein fala sobre a vacina Covaxin Sem testes de fase 3 publicados A Covaxin ainda não teve resultados dos testes de fase 3 divulgados pela empresa ou publicados em revista científica. Os estudos clínicos ainda estão em andamento, sendo que a primeira dose já foi aplicada em todos os voluntários. Agora, a farmacêutica indiana está no processo de aplicação da segunda dose. De acordo com a agência Reuters, os resultados de um teste com 25.800 participantes serão divulgados em março. No entanto, a agência reguladora de medicamentos do país considera a vacina segura e eficaz, apesar de críticas de médicos e especialistas de saúde. O governo indiano já incluiu e aplica o imunizante em seu plano nacional de vacinação. O país também conta com doses da vacina Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca. VÍDEOS: as principais vacinas contra a Covid
País contabilizou 10.393.886 casos e 251.661 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Média móvel chegou a 1.150 mortes por dia, segundo recorde seguido no índice. Brasil registra o maior número de mortes por Covid desde o início da pandemia O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quinta-feira (25). O país registrou 1.582 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, a maior marca anotada até aqui, chegando ao total de 251.661 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.150. É o segundo recorde seguido registrado nessa média. A variação foi de +8% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença. O recorde anterior de número de mortes em 24 horas foi registrado em 29 de julho do ano passado, quando chegou a 1.554. Na ocasião, o número foi puxado por acúmulo devido à não divulgação de dados de SP e PA na véspera -- diferente do boletim desta quinta. Quanto à média móvel de óbitos, seis das sete maiores marcas foram registradas nas últimas duas semanas. Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 10.393.886 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 67.878 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 52.177 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +15% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade também nos diagnósticos. A média de casos voltou a ficar acima da marca de 50 mil por dia após pouco mais de três semanas, e a tendência está no limite da estabilidade; acima de 15% configura alta. Doze estados estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, RJ, AC, PA, BA, CE, MA, PB, PI e RN. Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados Brasil, 25 de fevereiro Total de mortes: 251.661 Registro de mortes em 24 horas: 1.582 Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.150 (variação em 14 dias: +8%) Total de casos confirmados: 10.393.886 Registro de casos confirmados em 24 horas: 67.878 Média de novos casos nos últimos 7 dias: 52.177 por dia (variação em 14 dias: +15%) Estados Subindo (12 estados): PR, RS, SC, RJ, AC, PA, BA, CE, MA, PB, PI e RN Em estabilidade (10 estados e o Distrito Federal): ES, MG, SP, DF, GO, MT, RO, TO, AL, PE e SE Em queda (4 estados): MS, AM, AP e RR Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia). Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Vacinação Balanço da vacinação contra Covid-19 desta quinta-feira (25) aponta que 6.338.137 de pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 2,99% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 1.750.781 pessoas (0,83% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 8.088.918 doses foram aplicadas em todo o país. Variação de mortes por estados Estados com mortes em alta Editoria de Arte/G1 Estados com mortes em estabilidade Editoria de Arte/G1 Estados com mortes em queda Editoria de Arte/G1 Sul PR: +39% RS: +46% SC: +64% Sudeste ES: -7% MG: -5% RJ: +20% SP: 0% Centro-Oeste DF: +8% GO: -4% MS: -21% MT: +7% Norte AC: +31% AM: -53% AP: -38% PA: +60% RO: +14% RR: -29% TO: -3% Nordeste AL: +10% BA: +56% CE: +109% MA: +29% PB: +41% PE: -14% PI: +33% RN: +61% SE: +2% Brasil Sul Sudeste Centro-Oeste Norte Nordeste Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais). Veja vídeos sobre a vacinação contra a Covid no Brasil:
Nesta quinta-feira (25), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, fez reunião com os conselhos de secretários de saúde e disse que estamos em 'nova etapa' da pandemia. Secretário de Estado de Saúde do Maranhão, Carlos Lula, em coletiva de imprensa em São Paulo em dezembro de 2020 Márcio Sampaio "Temos que ligar o alerta porque viveremos semanas de março e abril muito difíceis. Talvez as mais difíceis", disse nesta quinta-feira (25) o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Lula, a respeito da aceleração da transmissão da Covid-19 no Brasil. "Vamos colocar de lado outras disputas e colocar num rumo só pra enfrentar a doença. Todos os estados têm tentado criar mais leitos, mas apenas criar leitos não adianta. A gente precisa também de ajuda da sociedade. A sociedade tem de entender que não é hora de fazer festa, não é hora de estar junto". Pazuello diz que transferência é opção para UTIs lotadas, mas conselho de secretários alerta que 'todo mundo está no limite' Brasil chega a 250 mil mortos com ritmo acelerado de óbitos por Covid-19; especialistas culpam falta de medidas de isolamento Wilames Freire, presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), também avalia que o país vive um momento "difícil" e "duro". "É um recrudescimento dessa pandemia que vem nos desafiar mais uma vez, mas é um momento em que temos que estimular nossas equipes, orientar a população e dizer que não são somente o Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e municipais as responsáveis." "Precisamos entender que os meios que temos de enfrentar e diminuir a transmissibilidade desse vírus é adotar medidas restritivas" - Wilames Freire, presidente do Conasems. Carlos Lula e Wilames Freire fizeram suas declarações após reunião dos conselhos estaduais e municipais de saúde com Eduardo Pazuello, ministro da Saúde. Pazuello disse que a remoção de pacientes entre estados que enfrentam lotação de unidades de terapia intensiva (UTI) será uma das estratégias usadas para enfrentar o que ele chamou de "nova etapa" da pandemia, marcada pelo alastramento da variante descoberta em Manaus. Contra o atual aumento de casos, o ministro disse vai atuar com "atendimento imediato na unidade básica de saúde", "estruturação em capacidade de leitos" e "vacinação". "Uma das estratégias com relação a leitos é a utilização de leitos de forma remota. São remoções." - Eduardo Pazuello, ministro da Saúde. 'Todo mundo está no seu limite' Em seu pronunciamento, o presidente do Conass não detalhou as remoções, mas afirmou que há alta ocupação em Santa Catarina, Tocantins, Rondônia, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Paraíba, Maranhão e Sergipe. "A gente termina a contabilidade tendo feito o transporte de mais de 600 pacientes do Amazonas para outros estados. E mais de 60 de Rondônia. Hoje a gente já teria dificuldade bem maior de fazer esse transporte porque todo mundo está no seu limite. Quase todo o Brasil recebeu pacientes do Amazonas" - Carlos Lula, presidente do Conass. 250 mil mortos O Brasil ultrapassou a marca de 250 mil mortos devido à Covid-19 nesta quarta-feira (25). O número foi atingido em meio à falta de uma campanha de vacinação e com as novas variantes circulando. Especialistas citam o ritmo acelerado de transmissão e de mortes, consequência da falta de medidas de isolamento e de restrições impostas pelo Estado. O registro do primeiro óbito por Covid-19 no Brasil ocorreu em 12 de março, e foram necessários 100 dias para que o número chegasse a 50 mil – marca atingida em 20 de junho do ano passado. Entre a cifra de 200 mil, atingida em 7 de janeiro de 2021, e a de 250 mil, passaram-se 48 dias. O ritmo das mortes deve continuar acelerando. O país pode atingir 300 mil mortes ainda no mês de março. Brasil chega a 250 mil mortes por Covid-19 com ritmo acelerado de óbitos Elcio Horiuchi/G1 VÍDEOS: novidades sobre a vacina
Ministro da Saúde afirmou que nova variante identificada em Manaus já é 'parte do cotidiano' e que Brasil vive 'nova etapa' da pandemia. Reunião com Conass e Conasems selou acordo sobre pagamento mensal de leitos. Pazuello alerta para mutações da Covid-19 e diz que a contaminação é três vezes maior O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta quinta-feira (25) que a transferência de pacientes entre estados que enfrentam lotação de unidades de terapia intensiva (UTI) será uma das estratégias usadas para enfrentar o que ele chamou de "nova etapa" da pandemia de Covid-19, marcada pela propagação da variante descoberta em Manaus. 'Viveremos semanas muito difíceis', diz representante de secretários Brasil já identificou novas variantes em exames de 204 pacientes Pazuello deu a declaração após reunião com os conselhos de secretários de saúde dos estados e dos municípios, na qual foi fechado acordo sobre o pagamento pela utilização de leitos de UTI. Contra o atual aumento de casos, o ministro disse vai atuar com "atendimento imediato na unidade básica de saúde", "estruturação em capacidade de leitos" e "vacinação". "Uma das estratégias com relação a leitos é a utilização de leitos de forma remota. São remoções." - Eduardo Pazuello, ministro da Saúde O ministro não deu detalhes sobre as transferências de pacientes e não respondeu perguntas de jornalistas após o pronunciamento. Pazuello disse que Carlos Lula, presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), falaria mais sobre o tema. Secretários de Saúde respondem a Pazuello: ‘Todo mundo no limite’ 'Todo mundo está no seu limite' Em seu pronunciamento, o presidente do Conass não detalhou as remoções, mas afirmou que há alta ocupação hospitalar em Santa Catarina, Tocantins, Rondônia, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Paraíba, Maranhão e Sergipe. "A gente termina a contabilidade tendo feito o transporte de mais de 600 pacientes do Amazonas para outros estados. E mais de 60 de Rondônia. Hoje a gente já teria dificuldade bem maior de fazer esse transporte porque todo mundo está no seu limite. Quase todo o Brasil recebeu pacientes do Amazonas" - Carlos Lula, presidente do Conass Veja destaques da lotação das UTIs pelo país: SC - Estamos entrando em colapso, diz secretário de saúde de Santa Catarina TO - Ocupação de leitos passa de 80% no Tocantins RO - Secretário diz que todos os leitos de UTI para Covid estão ocupados RS - Secretária de saúde fala em possível esgotamento de vagas nas UTIs BA - Bahia tem restrição total de atividades não essenciais e secretário alerta para colapso CE - 91% dos leitos de UTI no Ceará estão ocupados e 170 cidades têm risco altíssimo PB - Paraíba adota toque de recolher MA - Taxa de ocupação dos leitos chega a mais de 80% em São Luís SE - Governador de Sergipe não descarta toque de recolher RN - 'Natal e Região Metropolitana estão com rede de saúde colapsada', diz governadora PR - Hospitais de Curitiba têm fila e secretária de Saúde fala em 'avalanche de casos Brasil chega a 250 mil óbitos por Covid com média móvel recorde de 1.129 mortes por dia Agravamento da situação no país Pazuello afirmou que o governo observava uma situação de "estabilidade" no número de mortes e de casos em outubro e novembro e esperava que a chegada da vacina pudesse manter e baixar as taxas da Covid no país. Entretanto, ele afirma que a nova cepa descoberta em Manaus tem contaminado três vezes mais rápido e se espalha pelos estados. "Observa-se que começou a aumentar o oeste do Pará, Belém, capitais como Fortaleza, João Pessoa. (...) Você vê Goiás impactado, Chapecó, varias cidades do país focais subindo", disse Pazuello. "E a velocidade com que isso acontece em pontos focais pode surpreender o gestor em termos de estrutura de apoio de estrutura." Após a reunião, os representantes do Conselho Nacional de Secretarias Municipais (Conasems) e do Conass explicaram que houve acordo para que o Ministério da Saúde faça o pagamento mensal dos leitos e faça o aporte de R$ 500 milhões para fortalecer unidades de saúde e equipes de saúde da família. "Hoje demos um passo importante para financiamento dos leitos. A regulação que a gente tinha no ano passado levou a redução dos leitos em janeiro e fevereiro. Tivemos redução dos leitos com diárias pagas com ministério. Mudamos essa formulação, agora será mensal, não será mais a posteriori", explicou Carlos Lula, presidente do Conass. Rio Grande do Norte tem fila de espera para internação em UTI Covid VÍDEOS: novidades sobre as vacinas
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